Oi, você é foda *-*

Obrigado por acessar o 182 Wah BaLLs. Agora relaxe, goze e seja putamente feliz.

sábado, 29 de agosto de 2009

DJ AM morre na ultima sexta (ontem)



Segundo vários sites, o DJ AM foi encontrado morto no apartamento dele em Nova Iorque. O DJ sobreviveu ao acidente de avião que matou 4 pessoas e quase um ano depois ele morre de overdose D: a polícia achou vários troços que são usados para se dorgar perto do corpo do DJ, e ainda não se sabe qual foi a substância que ele usou ._. o som que el fazia com o Travis era simplesmente foda, e foi oque fez eu ouvir músicas desse tipo *o* o nosso muso Travis deve estar arrasado. D:
O 182wahballs está bastante comovido e estamos de luto pelo DJ :X .. essa informações foram tiradas do Terra.com e G1.globo.com.

Confiram abaixo o vídeo do TRVS DJ AM Fix Your Face:

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

LOVE - AvA - Demos



PARA BAIXAR O ÁUDIO: http://www.megaupload.com/?d=UY1JXELB

Possível letra (eu disse POSSÍVEL):
"The needs of the many outweigh,
the needs of the few...

At the brightest sign it is full of holes
and its full of pain, loss, violent criminals
With the little states and the worst of lies,
where the love survives and there's no remorse...

Lets start a riot!

Nobody's right, Nobody's wrong
Life's just a game its just one epic holiday (x3)

Wherever this,
takes us far,
Take us away and its just one epic holiday"

PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ÁLBUM: http://182wahballs.wordpress.com/2009/06/18/angels-airwaves-lancara-album-e-filme-chamados-love/

Blinkumantary - Trailer




Lembram do tal vídeo? *-*


Blink 182 - bastidores - behind the scenes

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Angels & Airwaves - Love - Atualização de demos *-*

Como sabemos, o album intitulado 'Love' do AVA vai sair em fevereiro e a banda está trabalhando nele há um tempo. Pois é, segue aqui o vídeo de 3 supostas demos desses álbum, nós não sabemos qual a fonte do cara que postou o vídeo, porém tem a doce voz do Tom e a batinha das músicas é a cara do AVA, então mesmo que por um acaso do destino essas músicas não sejam deles (que eu não acredito), quem criou a música a fez muito bem feita *-* o nome delas são Open Water, Riot e Triumphant. Confiram:





Man Overboard - Blink 182 Live in Wantagh

Tom... dançando...

Chicago

Conhecem? *-*


domingo, 23 de agosto de 2009

Vamo lá *-*

Official Trailer - Vans Warped Tour 15th Anniversary Celebration

Entrevista com Tom Delonge - Traduzida




Quatro anos se passaram desde que Tom DeLonge, Mark Hoppus e Travis Barker dividiam o palco juntos, mas esse ano no Grammy Awards os membros do Blink-182 permaneceram juntos e anunciaram a volta deles. O trio, que tinha desavenças após a renúncia de DeLonge, voltaram a se falar depois do acidente de Barker. A separação se tornou uma reunião.

Naturalmente, os três se mudaram para seus projetos paralelos, o mais notável foi o Angels and Airwaves de Tom DeLonge e +44 pelo Mark Hoppus e Barker. Mas Hoppus fez umas produções para muitas bandas, Barker estava trabalhando com DJ-AM, e DeLonge estava fazendo algo como um investidor-criador na Macbeth, uma marca de sapatos, e Modlife, um site para novas bandas.

Agora, com todos seus compromissos, a banda encaixou um tempo para a nova turnê, juntamente com o Weezer e Taking Back Sunday, que rapidamente virou um best-seller em turnês na pior década da economia. Explica DeLonge.

Como tem sido a turnê? Como é a energia?

Oh, a turnê está insana. É de certa a melhor turnê de todo verão. Ainda hoje [Pittsburgh] tinham 20.000 pessoas. Noite passada, 23.000. É foda. Ninguém sabe como piadas sobre pinto ficaram tão populares. Estão chamando os cientistas da NASA para descobrirem o por quê. Mas a turnê está fantástica e a energia é demais. Estamos trocando melhor que nunca e estamos nos divertindo muito.

É um sentimento de validação? Eu sei que tem turnês que não estão indo muito bem. É como, merda, devia ter feito dois anos atrás?

Eu sei, você pensaria. Para te dar uma idéia, os promoters compraram os shows pensando em um público de 8.000 pessoas por noite. A média por show é cerca de 20.000. Ninguém imaginou não a banda, não os promoters, não o gerente, então não é para a gente algo como, porra, devíamos ter feito isso mais cedo. Nós voltamos a nos falar depois do acidente de Travis e que seria legal tocar música junto de novo. Um passo por vez, e estamos nos divertindo muito. É demais. Nós somos uma banda punk nos corações.Estávamos falando das bandas que estão juntas há 20 anos, nós nos separamos, mas estamos aí por 20 anos. É louco ver isso agora. Estamos muito muito muito felizes que tudo está dando certo. E obviamente fazendo a reunião muito agitada.

Você mencionou o acidente. Teve um momento que vocês acharam que o hiato não era a melhor coisa?

Não, não é assim. Alguns anos atrás nenhum de nós esperou que iríamos tocar juntos de novo. Eu ainda tenho o AVA e temos um lançamento para fevereiro, um filme e um álbum. Mark continua produzindo para várias bandas. Travis tem investido muitos anos em seu álbum de hip hop com DJ-AM. Nós continuamos fazendo tudo isso e faz parte de nossas vidas. Não é como a gente estivesse esperando isso acontecer. Agora basta a gente ajustar tudo. É o mais complicado (risos). É meio como um malabarismo, já que o AVA toma muitas horas da minha vida.

Já terminaram o filme e a gravação?

O filme está sendo editado agora. Com sorte, estaremos enviando em setembro, e quem sabe lançando em janeiro e esperamos estar nos cinemas IMAX em fevereiro. Mas não sabemos, temos um longo caminho para planejar isso e deixar tudo pronto. Veremos o que vai acontecer.

Pelo que me lembro, originalmente era o filme I-Empire e agora é o filme Love.

Começamos com uma idéia de fazer um documentário que estava entre um documentário e um filme de cinemas o documentário ganhou vida própria porque era tipo uma grande história. Eu estava passando por muitas coisas naquele momento pelo fato de separar do Blink-182 e usar drogas. Isso acabou tornando-se um projeto gigantesco. O documentário chamava Start The Machine . Estávamos pensando em I-Empire, esse era o objetivo. E o filme ficou muito bom. Ficou melhor do que nós imaginamos, de verdade. Ficamos apenas construindo e construindo. Agora, em algum lugar no meio do I-Empire, nós dissemos que não podíamos deixar o documentário daquele jeito, tínhamos muita coisa para fazer, e começamos a negociar para tudo ser de graça, o álbum e o filme. Estávamos em um perfeito momento de nossas carreira com a banda para fazer algo ambicioso como esse, então ficamos animados.

Eu não sei se todos os jovens entre 17 e 20 anos vão seguir seus ônibus de turnê por aí, mas todos estão seguindo você no Modlife. Você começou isso por volta de um ano atrás, certo?

Sim, Modlife nasceu por volta de um ano atrás, mas nós vínhamos construindo o site por três ou quatro anos. É uma das coisas que eu mais sinto orgulho na vida por ter criado, porque é realmente revolucionária. Nós identificamos vários caminhos que ajudariam a banda não só a crescer e a trazer dinheiro, também para fazer nosso trabalho ficar mais interessante e mais excitante para que os fãs queiram comprar. E aqui vamos nós. Nós provavelmente temos mais 20 pequenas bandas na nossa lista, mas nós acabamos de lançar White Stripes, nós acabamos de lançar Korn. Existem outras duas bandas de nível A nos nossos planos, mas não podemos falar sobre. Obviamente, Angels & Airwaves já está lá. Blink não está, até porque nós acabamos de voltar e não vamos forçar nada garganta abaixo de ninguém, você sabe. Nós criamos uma plataforma que é completamente gratuita para os artistas e protege tudo que eles têm e damos a eles uma forma de receber comentários, receber dinheiro por propagandas e por pagamento dos fãs, vender músicas, vender filmes, transmitir ao vivo, interagir e criar salas de chat, se comunicar com fãs, fazer encontros VIP, vender ingressos, é demais. E no mesmo tempo, 8 ou 10 crianças continuam voltando. O nível de lealdade e felicidade é insano. Na primeira vez, um artista pegou uma câmera e conversou com 10 mil jovens direto de Idaho. Nós estamos muito felizes. Nós estamos falando com a NASCAR e artistas country, poetas, escritores e universidades que estão afim de aumentar suas mídias. Eu acho que Modlife tem verdadeiras chances de se tornar algo grande e revolucionário. O artista termina fazendo 75% de cada dólar que ganha e ele nunca perde nada. E isso está realmente irritando as gravadoras.

Para o Blink, você já tem "Up All Night" quase pronta, mas você não tem a habilidade para controlar se vocês tocarem ao vivo, certamente estará no YouTube. Esse controle está presente no Modlife?

Um artista tem milhares de maneiras de fazer dinheiro. E uma dessa maneiras é se o seu trabalho for parar no YouTube, mas tentar organizar suas coisas vai se tornar realmente difícil. Modlife mantém tudo centralizado. Tudo que é seu fica na sua home, é quase o seu website. Quando nós fizemos a canção para o Blink, nós quase a terminamos. Mas nós percebemos que se ela fosse tocada em qualquer lugar, nós não poderíamos controlá-la. Nós queremos que as primeiras impressões da música sejam que nós nos esforçamos para gravá-la. E no fim do dia, apenas nós estávamos no estúdio de gravação, mas no estúdio você realmente pode transformar os sinais de áudio para fazer algo especial. São duas medidas diferentes, uma é criar a arte, outra é fazer a comunicação dela. Eu sempre achei que você deve comunicar e depois criar. Essa é a única razão.

Você sente que escrever a canção contribui para a criatividade da banda?

Eu acho que sim. A melhor coisa é pegar a estrada e ver o que a banda faz para outras pessoas. A canção é fodidamente doente, a propósito. Eu só grito, "It's so good! How did we fuck up? It's so good!' E não é como se nós estivéssemos envergonhados, até porque é provavelmente está no topo do top três de canções que nós já escrevemos. É ótima. Mas nós temos que estar juntos, para iniciar as idéias. Eu acho que todos nós estamos excitados com nosso retorno e o tipo de show que cada um faz mostra como nós aprendemos e como nós evoluímos como pessoas e a qual propósito servimos.

Você tem que ter um espaço diferente na sua cabeça para AvA e para Blink? Essas são suas duas metades até esse ponto?

Oh, isso é algo que eu tento explicar para as pessoas. Ambas as bandas são totalmente eu. Mas elas são tão Dr. Jekyll e Mr. Hyde (Médico e Monstro, história que representa os dois opostos de um homem). Eu leio livros de política, eu leio livros de história alternativa, eu estudo. As coisas que eu faço para me educar sobre o mundo são totalmente relevantes e é o que eu faço. Mas também existe no meio disso um eu que gosta de contar piadas idiotas e enlouquecer e agir como um imbecil com meus amigos. É como a linha e o anzol. Eu ainda gosto de piadas sujas. A coisa boa é que são realmente partes de mim. É realmente divertido ver como elas são diferentes. Angels & Airwaves, antes de um show, é uma coisa totalmente diferente. Pessoas fazendo piadas é como uma igreja com pessoas chorando, e tem lasers e é super épico. Com Blink eu faço graça com Van Halen e fico realmente bêbado e vejo o que acontece.

E isso de estar em vários projetos não te deixa irritado? Você se sente mais um empresário do que um artista em alguns momentos?

Não, porque é legal saber que eu tenho várias pessoas talentosas ao meu redor. Modlife é gerenciado por um dos caras que iniciou Guitar Hero e Rock Band. Temos aqui algumas pessoas dessas companhias. Eu sou como um visionário, uma espécie de observador das grandes oportunidades que aparecem e eu aproveito, mas eu sou realmente um músico. Isso é o que mais gasta meu tempo. Eu tenho várias reuniões na semana em que eu tento contribuir mas eu geralmente dou mais do que necessário. Angels & Airwaves toma a maior parte do meu tempo, toma quase que todo meu tempo. Mas agora que Blink acabou de voltar, nós temos uma coisa grande em nossas mãos, e estamos em turnê. Então nós vamos ver o que acontecerá depois dessa turnê e se todo mundo se recuperar, nós veremos qual será nosso próximo plano. Existem rumores sobre Europa, obviamente nós falamos sobre o novo cd, mas temos que encaixar na programação de todos, e todo mundo tem suas coisas e nenhuma dessas coisas será esquecida, e nós temos que entendê-las.

E qual a nova com Macbeth?

Bem, Macbeth está sendo ótimo. Nós temos tênis que acabamos de fazer com Green Day, Mike Dirnt do Green Day. Nós estamos realmente excitados com esse. Eu tenho essa novidade que nós estivemos trabalhando ano passado chamada The Brighton e que acabou de sair. Leva anos para as pessoas entenderem que você pode começar uma companhia de tênis baseada em música e é provavelmente uma idéia melhor do que começar uma companhia de tênis de corrida chamada Nike (risos). Mas nós realmente provamos a nós mesmos que podemos permanecer aos clássicos que nós criamos. Nós baseamos todos nossos tênis em músicos que adoramos, o nosso tipo de músicos. Do Adidas Sambas ou o Converse Chuck Taylor. Coisas que punks e músicos alternativos vêm vestindo desde sempre e é ótimo. Nós fazemos coisas para bandas como Muse e My Chemical Romance, nós fizemos coisas boas para eles. Nós temos alguns artistas com que nós trabalhamos, como Tegan & Sara, essas garotas do Canadá, as roupas delas são tão elegantes. Nós somos pequenos, quase como uma boutique, mas estamos crescendo em meio à crise, estou tão empolgado.

Tenho certeza de que você já tem um plano para daqui 18 meses, se você está consciente disso ou não, onde você se vê daqui a 5 ou 10 anos?

Meu maior medo, eu suponho, é ter duas bandas que se tornarão gigantes (risos). Eu não sei de mais ninguém que tenha isso e me amedronta porque o que eu estou tentando fazer é muito simples. Estou com 33 agora e tenho dois filhos e você olha em volta e a vida não é simplesmente uma rotina, como era nos seus 20 anos, era até fácil. Eu não estou satisfeito. Eu não sei. Em cinco anos eu honestamente vejo Angels & Airwaves como uma gigantesca banda de rock fazendo de tudo que quiser, do cinema a área tecnologia, e com várias ambições diferentes, idéias artísticas. A banda está sendo levada a esse ponto. Blink, se nós levarmos tudo a sério, nós poderemos estar em estádios. Essa idéia vem, provavelmente, por estarmos em turnê. Eu realmente acho isso. Talvez não, mas é o que parece ser o caminho pra mim. Mas tem que ser um disco bom, e tem que ser algo que em que nós realmente nos concentremos com unhas e dentes. Então, eu acho que nós próximos cinco anos, eu poderei estar fazendo essas duas coisas que são monstruosas e ao mesmo tempo são igualmente gratificantes em várias formas. Mas eu acho que outro medo que eu tenho é começar a fazer sucesso com as duas, e que eu comece a perder partes de mim para isso. Você sabe, eu decididamente não sei. Eu vou te ligar em cinco anos e te contar (risos).

Tradução feita por rafa182 e duksfts do Attitude182.com


sábado, 22 de agosto de 2009

What's my Age Again - Live in Buffalo

Entrevista -Real Detroit Weekly - Mark Hoppus















From: RealDetroitWeekly.com

Vamos parar por um momento e refletir. Obviamente, uma tonelada de coisas tem acontecido desde que o Blink 182 se separou, há quatro anos – vários projetos paralelos, uma experiência muito próxima da morte e o reacender de uma amizade. Mas começarei devagar – como é estar em turnê, depois disso tudo, com o Blink 182?

Até agora, tem sido super divertido. Esta turnê é provavelmente a mais divertida que eu tive nos últimos 10 anos.

Eu fiquei bastante empolgado quando vocês anunciaram que estariam de volta, em fevereiro, no Grammy Awards. Isso aconteceu através de algo, ou foi uma concordância entre vocês todos?

Foi uma total concordância entre nós três. Nós começamos a sair novamente como amigos depois do acidente do Travis, ano passado. Não havia nenhuma especulação sobre a banda naquele momento. Mas nós começamos a conversar, sair juntos, deixando o passado para trás. Sentíamos como se houvesse um gigante elefante dentro da sala quando saíamos. Estávamos no estúdio e Tom perguntou: ‘’O que vocês acham sobre o Blink?’’. Eu disse que nós definitivamente deveríamos voltar a tocar juntos, que deveríamos voltar a fazer aquilo. Fazer o que nós fazemos de melhor. E então todos nós parecíamos estar com o mesmo pensamento. Foi algo muito fácil e natural nos reunir, foi muito positivo também.

Eu imagino como foi para você, que estava no +44 com Barker e para o Tom, que estava no Angels&Airwaves. Gostaria de saber como foi para vocês voltar aos palcos e fazer apresentações ao vivo juntos, imaginando se demoraria a encontrar o encaixe de novo entre vocês.

Bem, nós realmente caímos pra dentro do estúdio para iniciar as gravações... Começamos a desenvolver idéias, e então decidimos que queríamos estar de novo juntos em turnê. Nós éramos muito próximos tanto como banda quanto amigos. Voltando a estar juntos após quatro anos, estávamos todos sendo muito respeitosos e educados uns com os outros, tentando manter as coisas bem. Porém, de volta ao estúdio, você tem que ser capaz de falar tudo que está em sua mente. Então decidimos que entrar em turnê nós reaproximaria ainda mais e nos faria tão próximos quanto antes, assim poderemos voltar ao estúdio e terminar o álbum.

O legal sobre a banda é conversar com todos os nossos ouvintes aqui em Detroit. Eu cresci com Blink 182, a banda é um sucesso com gerações como a minha, e até mesmo com as mais jovens. Parece que a o Blink conseguiu sobreviver a todos esses anos separados.

Sim, é realmente incrível para nós. Poder entrar em turnê depois de quatro anos fora de cena e mesmo assim receber essa resposta incrível do público. É uma quantidade imensa de pessoas – pessoas que estavam lá desde o primeiro dia, pessoas viciadas desde antes e pessoas que estão lá pela primeira vez. É realmente incrível, fantástico.

Enquanto os projetos paralelos são bem conhecidos, o seu trabalho como produtor, com bandas como All Time Low, Motion City SoundTrack, e até mesmo um pouco com Panic! At The Dico... Sem mencionar ainda o seu remix com a música ‘’ABC’’, do Jackson 5.

Foi formidável para mim. Só de ser chamado para fazer parte de um tributo a Michael Jackson, foi incrível. Eu pensei comigo mesmo, ‘’Será que eles têm certeza de estar chamando o cara certo?’’. Foi realmente legal de fazer. Eu estava grato por estar fazendo aquilo e espero que tenha feito direito. ‘’Deus me ajude se eu deixei a música ruim’’, entende?... Eu peguei uma reportagem hoje que tinha todas as fotos dos artistas envolvidos, e fiquei tipo... ‘’Oh, cara!’’. Aquelas eram pessoas algumas pessoas incríveis e ridiculamente talentosas para eu estar junto.

Sua produção terá um bom papel no próximo álbum do Blink 182?

Não, eu não acho que seria bom para um de nós ser o produtor. Ou então nós três deveríamos fazer isso, ou então devemos pedir para outra pessoa fazer. Acho que se apenas um de nós concentrasse esse poder, isso iria contra tudo que envolve Blink 182. Seria uma grande honra se Travis e Tom quisessem isso, mas ainda assim penso que para o nosso bem e para o bem do álbum, que isso deve ser diferente. Quando trabalho com outras bandas, sou como uma entidade externa trabalhando com a banda. Quando estou na banda, eu não tenho a separação ou a distância necessária para ser capaz de fazer a produção.

Como tem sido o processo de composição para o novo álbum? Vocês têm escrito enquanto estão na estrada?

Não muito, pra falar a verdade. Todos nós estamos mais focados nos shows ao vivo, e temos nossas famílias também. Temos feito algum remixes na estrada, e não é realmente um lugar onde o Blink escreve suas músicas. Nós guardamos o Blink para quando estamos no palco, então damos o nosso melhor.

E o que os fãs podem esperar dos shows ao vivo?

Nessa turnê nós estamos provavelmente fazendo a produção mais avançada. Estamos trabalhando com um pessoal diferente, e o palco está ridículo. Todo mundo é sempre tão sérios quando estão em turnê, e quando nós estamos em uma apenas temos um ótimo tempo juntos. Nós podemos estragar as coisas, mas as luzes continuam brilhando. O palco por si só é bem vazio. Nós temos as luzes, mas não temos grandes conjuntos de peças. Tudo que está em nossa volta é além de tudo que nós já tivemos.

Fotos - Blink 182 Live in Chicago - Macbeth























Dammit e Always - Live in Minneapolis


Fotos - Blink 182 - Live in Chicago










Entrevista -Tom Delonge - Mais velho, porém, nada crescido *-*



















Four years had passed since Tom DeLonge, Mark Hoppus and Travis Barker shared a stage together, but at this year’s Grammy Awards, the members of blink-182 stood together and announced they’d be playing music together again. The trio that had acrimoniously disbanded following the abrupt resignation of DeLonge began communicating again in the wake of a plane accident involving Barker. A breakup became a reunion.

Of course, all three had moved on to different projects in the interim, most notably Angels & Airwaves, headed by DeLonge and +44, featuring Hoppus and Barker. But Hoppus has done production work for a myriad of bands, Barker has been working on hip-hop projects with DJ AM, and DeLonge has been something of an investor-creative director in Macbeth, a shoe company, and Modlife, a web venture for bands.

Now, with all their previous commitments on the side, the band few thought would tour again have embarked on a jaunt throughout the U.S. with Weezer and Taking Back Sunday, in what has quickly become one of the best-selling tours in the worst economy in decades. DeLonge explains.

How has the tour been? What’s the energy like?

Oh the tour’s insane. It’s somehow officially the biggest tour of the summer. Even tonight [Pittsburgh], it’s 20,000 some people, sold out. Last night, 23,000 people as well. It’s fucking crazy. No one understands why dick jokes got so popular. They’re sending down NASA scientists to really try and figure out why it’s so big. But the tour is amazing and the energy is awesome. We’re playing better than we ever have and we’re having a lot of fun. Mark drinks now too so now we’re both up there wasted. We don’t even remember the shit that we’re saying.

Is it a validating feeling? I know a lot of tours aren’t doing very well. Is it like, ‘Shit, I should have done this two years ago?’

I know, you would think. To give you an idea, the promoters bought the shows thinking we’d do 8,000 people a night. The average shows are almost 20,000 a night. No one thought, not the band, not the promoters, not the management, so it’s not like we got together going, ‘Fuck, we should have done this earlier.’ We got back together because Travis had that accident and we thought it would be good to play music again together. But one step at a time and we’re having a lot of fun. It’s great. I’m humbled by it, honestly, because we still are just a punk band at heart. We’re talking the band’s been together almost 20 years now I guess, well, we broke up, but we’ve been around for almost 20 years. It’s just nutty to see this right now. We’re very, very happy it’s working out so well. It’s obviously making the reunion very electric.

You mentioned the accident. Was there a moment of realization between the three of you, that leaving Blink on indefinite hiatus wasn’t the best thing?

No, it wasn’t like that. I honestly think a couple years ago none of us would have expected that we were going to play again. I still have Angels & Airwaves and we have a major release coming up in February, a movie and an album. Mark’s still producing all these different bands. Travis has a big hip-hop cameo big album thing that he’s been making for the past year—he still has DJ AM and himself. All of us still have all these things that are going on and we love them and they’re made for parts of our lives. It wasn’t like we were looking for this to happen. Now I think that this is going on all of us are trying to figure out—how does it fit in? It’s the biggest thing (laughs). It’s a bit of a juggle for myself because Angels & Airwaves is a full-time thing for me.

Are you done with the film and the record?

The film is being edited right now. Hopefully, we’ll be submitting it to Sundance in September, so the plan is that it debuts there in January and we’re hoping it will be out in IMAX theatres in February is what we’re looking for. But we don’t know, we’ve got a long ways to plan that out and get that all ready. We’ll see what happens.

As I recall, it was originally the I-Empire film and now it’s the Love film.

It’s really kind of evolved three different times. We started out, we wanted to make a documentary that kind of blurred the line between documentary and cinema but the documentary took on a life of its own, because there was kind of a big story. I was going through a lot of stuff at the time—the breakup of Blink and then drug use. That ended up being its own giant project. The documentary called Start The Machine went off on its own, then we started the actual film. We were thinking forI-Empire that’s what the goal was. Then the film was too good. It was way better than we all thought we could pull off, honestly. We just kept building it and building it. Now, somewhere along the middle of the I-Empire run, we said we can’t let it come out with this record because there’s so much more we want to do for this film and so we started negotiations to make everything be free, to be able to release the album and the movie for free. We’re at a perfect moment in our career with that band to do something really ambitious like that, so we’re really excited.

It was originally sort of a collection of vignettes connected to the I-Empire theme. Is it still vignettes?

It’s hard to describe. The story is about a guy that gets sent up into an international space station and he’s left there as a human time capsule. He finds digital archives on the ship of people’s lives. That’s how vignettes come to play. There’s dialogue. There’s a lot of CGI. It starts in the civil war. There’s a very kind of science fiction feel to it. We were always loving movies like 2010 and Solaris and these kind of movies where you sit back and soak into your seat and it takes you somewhere. It’s a much more cerebral approach that what people do when they normally make a movie. This is very much an art piece, and I wouldn’t necessarily think that you’re gonna see a bunch of mainstream kids from high school going to see the film. I think it would be young adults and people who are really interested in cinema. I don’t know how to describe it because this hasn’t really been done by a band in a very long time because it’s very hard to pull off. We’re using the same sound designers as Darren Aronofsky, we’re using Oliver Stone’s editors, it’s a big deal.

Is the budget spiraling out of control?

No, that’s the thing. I think what happened is we went around after three years of filming all this stuff and we met all these incredible guys and we showed them the footage and told them the story and they signed on and started the week after. It’s one of those rare things where everybody wants to work on it, not because of the budget but because of what it is and what it stands for and the philosophy of the entire thing. Coming out on Valentine’s Day, Love, it’s not a boyfriend girlfriend thing, this is more of a humanity kind of thing. That to me is really exciting. That’s what Angels & Airwaves is. Angels & Airwaves is a band built on this spirituality component that I think young Americans and young Western societies are slowly moving into and understanding. Angels & Airwaves is an interesting band and I think people will find that out moreso over the next year. We’ve been involved in a lot of really interesting things and I think people will soon start to find that out.

I’ve got a college-age writer who is bugging me about seeing the Flaming Lips and Animal Collective and all these indie bands, and the last thing I was expecting was him to ask me to see the blink-182 show, but he did. Has your fanbase kind of grown up with you in a weird way?

It’s a really weird question. Every day I’m trying to figure out, who the fuck are all these people here? I was 16-years-old when I started Blink, so I’m thinking our fans at the time, when we really got popular, I was like 22 or 23, a lot of the fans were just about 16-years-old, so I would imagine here that in 2009 that most of our fans should be late 20s. But they’re not (laughs). I don’t know man, it’s weird. It’s hard to analyze an audience when you’re looking at 20,000 people. It looks like people are between the 17 and 25 bracket, which means that you have a lot of people that were really young when the band popped but are now bringing their younger brother or something. Blink is a phenomenon I think where we sum up a way of life for suburbia that I don’t think any other band has really done the way we’ve done it. Who knows. It might be the new Grateful Dead but for a whole different audience. We might be able to cruise around and play for that young adult teenage bracket for the rest of our lives (laughs). I don’t know.

I don’t know if all the jaded 17 and 20-year-olds are going to be following your tour bus around, but they are following you on your Modlife thing. You started that about a year ago, right?

Yeah, Modlife has been up I guess about a year, we’ve been building it for about three or four years. It’s singlehandedly one of the things I’m most proud of in my life because it truly is revolutionary. We identified a bunch of ways that would help a band not only get bigger and help a band make money again but also make their art more interesting and more exciting for fans to buy into. And here we go. We probably have maybe 20 smaller bands in the pipeline, but we just launched the White Stripes, we just launched Korn. There’s a couple big A-level acts that I can’t talk about that are in the pipeline. Obviously Angels & Airwaves’ on there. Blink’s not on there, but we just got back together and we’re not forcing anything down anyone’s throat, you know. We created a platform that’s completely free to the artist and protects everything they’ve got but it gives them a way to make subscriptions, advertising money, pay-per-view money, to sell music, to sell movies, live broadcasting, interactive auto-generating chatrooms, automated meet-and-greets, VIP parties, advance ticketing sales, it’s crazy. At the same time, the 8 out of 10 kids keep coming back. The level of loyalty and happiness is insane. Because for the first time, an artist will get on a camera and talk to so-and-so from Idaho personally in front of 10,000 other kids. We’re really stoked. We’re talking to NASCAR and country artists and poets and authors and universities that are doing expeditions. I think Modlife is truthfully a chance to be something massive and revolutionary. The artist ends up making 75 percent of every dollar and they never get a bill and they own everything. It’s really pissing off the record labels that’s for sure.

For Blink, you almost got ‘Up All Night’ done, but you didn’t have the ability to control it if you played it live, it would be up on YouTube. Is that control issue part of it with Modlife?

When you try to account for how an artist makes money there’s like a thousand ways. And one of the ways an artist makes money is if your stuff does get played on YouTube, but to try to collect on that stuff is really difficult. Modlife keeps everything central. Everything is at your own home base, it’s your primary website. When we made the song for Blink, it was almost finished. It’s not so much that we were concerned that it was going to get played somewhere where we didn’t have control of it. We were just concerned that the first impressions weren’t going to be the beautiful hard work that we put into recording the song and the way we recorded it. At the end of the day there’s only three of us onstage, but in the studio you can really twist and turn the audio signals to do something special. It’s two different mediums, one is creating the art, the other is communicating it. I always feel you should communicate it after you’ve created it. That’s the only reason.

Do you feel that writing the song did something for you guys creatively before going out?

I think so. The best thing was getting on the road and experiencing what the band does for other people. The song is fucking sick, by the way. I was just yelling, ‘It’s so good! How did we fuck up? It’s so good!’ It’s not like we’re embarrassed by it because it’s probably one of the top three songs we’ve ever written. It’s great. But when we first got back together, we started bouncing ideas around. I think all of us were excited to come back and kind of show each other where we’ve been what we’ve learned and how we’ve evolved as individuals and it served that purpose for sure.

Do you have to be in a different headspace for Angels than Blink? Is this two different halves of yourself at this point?

Oh, that’s what I try to explain to people. Both bands are totally me. But they’re so Dr. Jekyll and Mr. Hyde. I read books on politics, I read books on alternative history, I study. The things that I do to educate myself about the world around me is totally relevant and that’s what I do. But I also in the middle of that will tell stupid jokes and get crazy and act like an imbecile with my friends. It’s not like I have a pipe and an ascot. I still like dick jokes. The cool thing is I really get to be both parts of myself. It’s really funny in how different they are. Angels & Airwaves, before a show, it’s a whole different thing. People make jokes that it’s like church with people crying, and there’s lasers and it’s super epic. With Blink I’m blasting Van Halen and getting really drunk and seeing what happens.

Are there any worries that you’re on too many projects? Do you feel like more of a businessman than an artist sometimes?

No, because the cool thing is I have a lot of good people around me. Modlife is ran by one of the guys who started Guitar Hero and Rock Band. There are rad people running these companies. I’m like a visionary, kind of a macro occasional objective viewer that comes in and gives my two cents, but I really am a musician. That’s where I spend most of my time. I have a few meetings a week where I can try to contribute but I usually do more harm than good. Angels & Airwaves, it takes up most of my time, it takes up almost all my time. But now that Blink just came back into the picture, we have one thing on our plates right now, and that’s this tour. So we’ll see what happens after this tour and how everyone recuperates from it and see what the next plan is. There’s sputterings about Europe, obviously we’re talking about the next record, but it has to fit into everyone’s schedule, and everyone has their things and none of these things are going away and we’ve just got to figure it out.

And what’s new with Macbeth?

Well, Macbeth is doing awesome. We have shoes that we just did with Green Day, Mike Dirnt from Green Day. We’re really excited about that one. I have this new one that we’ve been working on for the past year called The Brighton that just came out. It’s taken years for people to understand that you can start a shoe company based on music and it’s probably as far out as an idea when they started a running shoe company called Nike (laughs). But we’ve really proven ourselves to stay true to the classics that we create. We base all of our shoes off shoes that musicians would love, at least our kind of musicians. From Adidas Sambas or the Converse Chuck Taylor. Stuff that punkers and alternative musicians have been wearing forever and it’s great. We do custom stuff for bands like Muse, and My Chemical Romance we did some big charity stuff with them. We have rad artists that we work with. Tegan & Sara, those girls out of Canada, their stuff is so fashionable. We’re small, boutique, but we grew in the worst economy ever, so I’m excited.

I’m sure you have probably an 18-month plan, whether you’re conscious of it or not, where do you see yourself being in five years or 10 years?

My biggest fear I guess is probably what I sense is having two gigantic rock bands (laughs). I don’t know anybody else who has done that and it scares me because what I’m trying to do is simplify. I’m 33 now and I have two kids and you look around you and life isn’t all about the go-go-go, which in your 20s is really easy to do. I’m not quite sure. I don’t know. In five years I honestly see Angels & Airwaves as being a gigantic rock band doing anything and everything it wants to do, from cinema to technology and a lot of different ambitious, artistic ideas. That band is going to push the envelope. Blink, if we do the right record next, we could be in stadiums. That’s proving itself because of this tour. I really think that. Maybe not, but it seems that way to me. But it has to be the right record and it has to be something that we really all go in and focus on and nail. So I guess the next five years, I could have these two things that are monsters but at the same time are equally gratifying in many ways. But I think another big fear I guess is how do you make them both succeed when you start cutting yourself down so thin. You know, I don’t fucking know. I’ll call you in the next five years and tell you (laughs).

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

182WahBalls no Twitter

É isso ai, o site cresceu ao contrario dos nossos cérebros e orgãos genitais, e hoje chegou ao twitter :D para seguir o 182WahBalls no twitter é rápido e facil, eu garanto /comercial kkkk. Para você que tem twitter é só entrar na página do site clicando aqui e clicar em "seguir" ou "follow".. se vc tem um voce deve saber seguir as pessoas *o*
O site está com um banner novo agora, não é tão dificil de fazer, mas quando é usado o paint qualquer coisa fica complicada, então eu gastei a minha tarde inteira fazendo ele =T e voces poderam ve-lo abaixo :D obrigado pela audiencia *-*

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

terça-feira, 18 de agosto de 2009

domingo, 16 de agosto de 2009

sábado, 15 de agosto de 2009

Tirinhas182 is back! *o*

A nova tirinha é uma zuação do que aconteceu um dia desses no show do Blink :D err, o layout do blog não permite a imagem ficar no tamanho grande ¬¬' mas se vc clicar na tirinha ela vai abrir em uma pagina no tamanho real =T desculpem o inconveniente :]

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Nós queremos o Blink-182 na América do Sul.

Esse é o novo movimento Blinkistico no Twitter, a idéia é fazer a Tag #Blink182InSouthAmerica subir e ficar no Top 1 do Twitter ou que pelo menos fiquei entre as Tags mais escritas.. Ontem a tag #BrazilwantsBSB (ou alguma coisa assim) ficou no top 1 do site, pra quem não sabe, BSB é Backstreet Boys, ou Bundas sem buraco, assim a tag traduzida fica "Brasil quer bundas sem buraco" kkk mas não acho uma boa ideia, mas em qualquer caso, todos tem a minha quando precisar (6)*o* q. Voltando o assunto.. Se voce tiver um twitter você pode ajudar o movimento Blink-182 na América do Sul postando a tag no seu twitter repetidas vezes, assim estará ajudando a pelo menos os divos pensarem em vir para a América do Sul, inclusive o Brasil, nós não sabemos quem criou a tag, mas estamos aderindo ao movimento e pedindo a sua colaboração. Cause we want #Blink182InSouthAmerica (Porque nós queremos #Blink182NaAméricaDoSul)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Tom dá guitarra a um fã em show - TOM FODA *0*

Dica 182

Acesse: http://www.youtube.com/user/JimmyTMacbeth

Tem vídeos de Jimmy e Chrys, eles estão junto com o Blink nessa turnê. Quem sabe um dia não aparece o Tom pelado, o Mark se masturbando ou o Travis masturbando um cachorro.Nada é impossível, afinal é Blink 182 *-*

domingo, 9 de agosto de 2009

Blink 182 em entrevista na última edição da Rolling Stone

From: RollingStone.com
























É impressionante o sucesso de vendas de ingressos do Blink 182 em sua turnê, que é uma das mais quentes turnês de verão que já existiram. É impressionante, pois devemos considerar que o trio sofreu uma amarga separação há 4 anos atrás. Tom Delonge abandonou o grupo e mudou seus números de telefone, deixando seus companheiros de banda, Mark Hoppus e Travis Barker, sem ter como falar com ele. É ainda mais notável se considerarmos que Travis Barker quase morreu em um acidente que matou dois de seus melhores amigos e Delonge mergulhou em uma dependência de analgésicos (painkillers), que ele descreveu como ''insano''.

Na nova edição da Rolling Stone, Barker sobre o acidente de setembro de 2008, que resultou em 16 cirurgias, 48 horas de transfusões de sangue e um estresse pós-traumático. ''Eu abri uma porta, e minhas mãos estavam em chamas. Eu fiquei encharcado com combustível e estava em chamas, correndo desesperadamente'', ele contou, ''Eu estava correndo para minha família''.

Hoppus contou à Rolling Stone que soube do acidente com Barker por um telefonema, no meio da noite, ele imediatamente viajou até o centro de tratamento de queimaduras, onde estava seu amigo Travis Barker. ''Você se sente impotente diante daquilo, sem poder fazer nada além de ficar ali para o seu amigo'', ele disse. Delonge estava num aeroporto aguardando seu vôo, quando um noticiário de TV levou a notícia até ele. Então Delonge enviou a Travis uma carta e duas fotografias: uma foto do Blink a bordo de um submarino no Oriente Médio e outra dele com seus dois filhos. ''Uma era 'Você lembra-se de quem nós éramos?', e a outra era 'Esse é quem eu sou agora'', ele conta. ''Ninguém sabia se Travis iria viver, se ele continuaria tocando bateria. Foi um bom momento para colocar todas as diferenças de lado''.

Após a saída de Travis do hospital, Hoppus conta que o trio teve ''duas conversas de 'coração-para-coração', desabafaramos uns com os outros e falamos um monte de coisas. E depois daquilo nós ficamos bem, e não falamos mais sobre isso. Somos rapazes''. Mas as lições dos últimos quatro anos foram bem claras: ''Quando a vida humana entra em uma equação, ela triunfa sobre tudo'', completou Delonge.

A banda passou dois meses em estúdio, trabalhando em materiais novos e antigos, e fizeram uma demo para a música ''Up All Night''. Quando eles caíram na estrada para a sua turnê, começaram a vender 28.000 ingressos em lugares onde antes vendiam 8.000. E descobriram que têm um novo papel em cena: estadistas anciãos do pop-punk.

Porém, envelhecer e encarar a morte de perto não alterou o humor da banda. Diz Delonge: ''Quando o Blink toca, não há diferença entre isso e as pessoas estarem recebendo uma lenta e fantástica masturbação''.

-ADAPTADO-

Blink 182 - I Miss You - Live in Boston

Blink 182 - Anthem Part 2 - Boston

Blink 182 - First Date - Live in Boston

Blink 182 - Fotos - Live in Boston